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O que é trigliceridios



O Triglicerídeos e a gordura originaria dos alimentos,como na carne suína ou bovina que possuem grande quantidade,mas não só dos alimentos e que vem o Triglicerídeos,o nosso organismo também consegue cria-lo.


Como se diagnostica 

Através de exame de sangue com doze horas exatas de jejum,a taxa varia em torno de 150 a 170 mg%. Acima de 200mg% pode causar doenças coronarianas e acima de 400 provoca (Pancreatite) inflamação do pâncreas. Tendo que se submeter a dietas e uso de medicamentos

Por isso tome cuidado evite o abuso de álcool,carnes gordas e doces que podem elevar e muito a concentração de Triglicerídeos no sangue.

Enfermagem e Terminologia Cirúrgica



REFIXOS- adeno - relativo a glândula- cole - relativo à vesícula- colo - relativo ao colo
- cisto - relativo a bexiga- colpo - relativo à vagina- êntero - relativo ao intestino- gastro - relativo ao estômago - hístero - relativo ao útero- nefro - relativo ao rim- oftalmo - relativo aos olhos- orqui- relativo aos testículos- ósteo - relativo ao osso- oto - relativo ao ouvido- procto - relativo ao reto- rino - relativo ao nariz- salpinge - relativo às trompas - tráqueo - relativo à traquéiaSUFIXOS- ectomia - remoção de um órgão ou parte dele
- exerese - Separação agressiva das partes de um órgão em função de lesões traumáticas
- ostomia - abertura cirúrgica de uma nova boca
- otomia - corte
- pexia - fixação de um órgão- plastia - alteração da forma de um órgão- rafia - sutura- scopia - olhar no interior
- centese - punção
OPERAÇÕES DE REMOÇÃO (ECTOMIA)Apendicectomia - remoção do apêndice - Colecistectomia - remoção da vesícula biliar
- Esplenectomia - remoção do baço- Gastrectomia - remoção parcial ou total do estômago- Hemorroidectomia - remoção de hemorróidas- Histerectomia- extirpação do útero- Lobectomia - remoção de um lobo de um órgão- Miomectomia - remoção de mioma- Nefrectomia - remoção do rim- Pneumectomia - remoção do pulmão
- Prostatectomia – remoção da próstata
- Retossigmoidectomia - remoção do retossigmóide
- Safenectomia - retiradas de veias safenas- Tireoidectomia - remoção da tireóide
- Simpatectomia – remoção do nervo simpático principal
- Vasectomia - corte ou bloqueio que levam a esterilização no homem;
OPERAÇÕES DE ABERTURA (TOMIA)- Coledocostomia - abertura e exploração do colédocoCONSTRUÇÃO CIRÚRGICA DE NOVAS BOCAS (STOMIA)- Cistostomia - abertura da bexiga para drenagem de urina- Colostomia - abertura do colo através da parede abdominal- Ileostomia - abertura artificial no íleo- Jejunostomia - colocação de sonda no JeJuno para alimentação- Nefrostomia - colocação de sonda no rim para drenagem de urina
- Gastrostomia – abertura de fistula no estomago para esvaziar/introduzir alimentos OPERAÇÕES DE FIXAÇÃO ou REPOSICIONAMENTO (PEXIA) - Histeropexia - suspensão e fixação do útero- Orquidopexia - abaixamento e fixação do testículo em sua bolsa
- Sigmoidopexia - fixação do cólon sigmóide à parede abdominal
- Nefropexia - fixação do rim em seu lugar anatômicoOPERAÇÕES PARA ALTERAÇÃO DA FORMA E/OU FUNÇÃO (PLASTIA)- Rinoplastia - plástica do nariz- Salpingoplastia - plástica da trompa para sua recanalização
- Mamografia – radiografia especial, feita para avaliação das mamas- Toracoplastia - plástica da parede torácica
- Mamoplastia – plástica da mama
- Quiloplastia – plástica nos lábios
- Dermolipectomia - plástica que retira o excesso de pele e de gordura
- Palatoplastia - plástica que reconstitui o palato.
OPERAÇÕES DE SUTURA (RAFIA)- Colporrafia - sutura da vagina- Gastrorrafia - sutura do estômago- Herniorrafia - sutura da hérnia
- Palatorrafia – sutura do palato- Perineorrafia - sutura do perineo - Tenorrafia - sutura de tendão
OPERAÇÕES PARA OBSERVAÇÃO e EXPLORAÇÃO (SCOPIA)- Broncoscopia - exame com visualização direta dos brônquios - Cistoscopia - exame com visualização direta da bexiga- Colposcopia - exame com visualização direta da vagina- Esofagoscopia - exame com visualização direta do esôfago- Gastroscopia - exame com visualização direta do estomago
- Sigmoidoscopia - exame com visualização direta do sigmóide
- Retossigmoidoscopia - exame com visualização direta do retossigmóide

FALHAS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO DE PACIENTES CIRÚRGICOS




Estudo descritivo-exploratório, fundamentado na Teoria do Erro Humano, para analisar e classificar
falhas de enfermagem durante a assistência a pacientes em pós-operatório imediato. Através de entrevista
semi-estruturada coletou-se 25 relatos de falhas que foram submetidos à avaliação por 15 enfermeiros
especialistas quanto a 7 variáveis. Essas foram reduzidas a aspectos psicossociais/equipamento, organizacionais
e gravidade pela análise de componentes principais. Realizou-se teste de escalonamento multidimensional
(MDS) e obteve-se gráfico mostrando 4 grupos de falhas, que foram interpretados como sendo no nível sensóriomotor,
de procedimento, de abstração e de controle de supervisão. As falhas foram causadas por indefinição
de papel, treinamento deficiente, observação assistemática, inadequação física e de equipamentos.


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A origem da profissão


A profissão surgiu do desenvolvimento e evolução das práticas de saúde no decorrer dos períodos históricos. As práticas de saúde instintivas foram as primeiras formas de prestação de assistência. Num primeiro estágio da civilização, estas ações garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência, estando na sua origem, associadas ao trabalho feminino, caracterizado pela prática do cuidar nos grupos nômades primitivos, tendo como pano-de-fundo as concepções evolucionistas e teológicas, Mas, como o domínio dos meios de cura passaram a significar poder, o homem, aliando este conhecimento ao misticismo, fortaleceu tal poder e apoderou-se dele. Quanto à Enfermagem, as únicas referências concernentes à época em questão estão relacionadas com a prática domiciliar de partos e a atuação pouco clara de mulheres de classe social elevada que dividiam as atividades dos templos com os sacerdotes.

As práticas de saúde mágico-sacerdotais, abordavam a relação mística entre as práticas religiosas e de saúde primitivas desenvolvidas pelos sacerdotes nos templos. Este período corresponde à fase de empirismo, verificada antes do surgimento da especulação filosófica que ocorre por volta do século V a.C. Essas ações permanecem por muitos séculos desenvolvidas nos templos que, a princípio, foram simultaneamente santuários e escolas, onde os conceitos primitivos de saúde eram ensinados. Posteriormente, desenvolveram-se escolas específicas para o ensino da arte de curar no sul da Itália e na Sicília, propagando-se pelos grandes centros do comércio, nas ilhas e cidades da costa.

Naquelas escolas pré-hipocráticas, eram variadas as concepções acerca do funcionamento do corpo humano, seus distúrbios e doenças, concepções essas, que, por muito tempo, marcaram a fase empírica da evolução dos conhecimentos em saúde. O ensino era vinculado à orientação da filosofia e das artes e os estudantes viviam em estreita ligação com seus mestres, formando as famílias, as quais serviam de referência para mais tarde se organizarem em castas. As práticas de saúde no alvorecer da ciência - relacionam a evolução das práticas de saúde ao surgimento da filosofia e ao progresso da ciência, quando estas então se baseavam nas relações de causa e efeito. Inicia-se no século V a.C., estendendo-se até os primeiros séculos da Era Cristã.

A prática de saúde, antes mística e sacerdotal, passa agora a ser um produto desta nova fase, baseando-se essencialmente na experiência, no conhecimento da natureza, no raciocínio lógico - que desencadeia uma relação de causa e efeito para as doenças - e na especulação filosófica, baseada na investigação livre e na observação dos fenômenos, limitada, entretanto, pela ausência quase total de conhecimentos anatomofisiológicos. Essa prática individualista volta-se para o homem e suas relações com a natureza e suas leis imutáveis. Este período é considerado pela medicina grega como período hipocrático, destacando a figura de Hipócrates que como já foi demonstrado no relato histórico, propôs uma nova concepção em saúde, dissociando a arte de curar dos preceitos místicos e sacerdotais, através da utilização do método indutivo, da inspeção e da observação. Não há caracterização nítida da prática de Enfermagem nesta época.

As práticas de saúde monástico-medievais focalizavam a influência dos fatores sócio-econômicos e políticos do medievo e da sociedade feudal nas práticas de saúde e as relações destas com o cristianismo. Esta época corresponde ao aparecimento da Enfermagem como prática leiga, desenvolvida por religiosos e abrange o período medieval compreendido entre os séculos V e XIII. Foi um período que deixou como legado uma série de valores que, com o passar dos tempos, foram aos poucos legitimados a aceitos pela sociedade como características inerentes à Enfermagem. A abnegação, o espírito de serviço, a obediência e outros atributos que dão à Enfermagem, não uma conotação de prática profissional, mas de sacerdócio.

As práticas de saúde pós monásticas evidenciam a evolução das ações de saúde e, em especial, do exercício da Enfermagem no contexto dos movimentos Renascentistas e da Reforma Protestante. Corresponde ao período que vai do final do século XIII ao início do século XVI. A retomada da ciência, o progresso social e intelectual da Renancença e a evolução das universidades não constituíram fator de crescimento para a Enfermagem. Enclausurada nos hospitais religiosos, permaneceu empírica e desarticulada durante muito tempo, vindo desagregar-se ainda mais a partir dos movimentos de Reforma Religiosa e das conturbações da Santa Inquisição. O hospital, já negligenciado, passa a ser um insalubre depósito de doentes, onde homens, mulheres e crianças utilizam as mesmas dependências, amontoados em leitos coletivos.

Sob exploração deliberada, considerada um serviço doméstico, pela queda dos padrões morais que a sustentava, a prática de enfermagem tornou-se indigna e sem atrativos para as mulheres de casta social elevada. Esta fase tempestuosa, que significou uma grave crise para a Enfermagem, permaneceu por muito tempo e apenas no limiar da revolução capitalista é que alguns movimentos reformadores, que partiram, principalmente, de iniciativas religiosas e sociais, tentam melhorar as condições do pessoal a serviço dos hospitais.

As práticas de saúde no mundo moderno analisam as ações de saúde e , em especial, as de Enfermagem, sob a ótica do sistema político-econômico da sociedade capitalista. Ressaltam o surgimento da Enfermagem como atividade profissional institucionalizada. Esta análise inicia-se com a Revolução Industrial no século XVI e culmina com o surgimento da Enfermagem moderna na Inglaterra, no século XIX.

Fonte: http://www.odiariodeumenfermeiro.com.br/2009/05/origem-da-profissao.html

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